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segunda-feira, março 12, 2012

Família Real e a formação do Brasil



Crédito da imagem: http://rarosdanet.blogspot.com/2011/05/1808-corte-no-brasil-documentario-12.html

Esta apresentação, desenvolvida por Laurentino Gomes, jornalista e historiador, é um material didático bem interessante para trabalhar em sala de aula.
Ela relata toda a odisséia vivenciada pela Família Real, desde a época do Descobrimento (1500) até a Independência (1822), animada em treze capítulos.
Note-se que na parte inferior existe uma linha tracejada, onde se pode navegar pelas divisões dos capítulos e alguns testes de fixação.

Acesse:   http://educarparacrescer.abril.com.br/1808/index.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=1808

Conceição

domingo, fevereiro 26, 2012

Café chega ao Brasil no início do sec. XVIII


Crédito da imagem: http://asartesdabete.blogspot.com/2010/05/semana-do-cafe.html

Chegada ao Brasil

A passagem do café da Europa para a América ocorreu naturalmente, em questão de pouco tempo. Primeiramente os holandeses trouxeram sementes e mudas para suas colônias no Novo Continente, para aproveitar o clima, bastante apropriado ao cultivo.
O café começou, dessa forma, a florescer na América. Mas, seguindo um velho costume que vinha desde a época dos turcos, não se vendia café em grão para que não fosse plantado. Exatamente por isso a planta demorou um pouco para ser cultivada no Brasil. Entretanto, o governador do Pará, em 1.727, incumbiu Francisco de Mello Palheta, um oficial aventureiro luso-brasileiro, de – a pretexto de resolver, oficialmente, questões de fronteiras com os franceses da vizinha Guiana Francesa – trazer, algumas sementes da preciosa planta.

Palheta cumpriu à risca sua missão: tornou-se amigo íntimo da esposa do governador da Guiana Francesa, Madame Dorveliers e, com a cumplicidade da primeira dama, contrabandeou as primeiras sementes para o Brasil. Em pouco tempo, o café tornou-se o mais importante produto brasileiro, vindo a ser cultivado no sudeste e sul do país, estimulado pelo Vice-Marquês de Lavradio, que convenceu muitos fazendeiros a investir no produto.

Iniciou-se assim, por volta de 1.870 (quando as primeiras lavouras se estabeleceram no Vale do Paraíba – São Paulo), um dos principais ciclos econômicos da história do Brasil: o ciclo do café. Os fazendeiros se enriqueceram e muitos se tornaram tão poderosos que passaram a ser chamados de “Barões do Café”.

Nessa época, o café também chegou à Indonésia, ao Ceilão (atual Sri. Lanka) e à Índia para, mais tarde, invadir outros países asiáticos como a Tailândia, a China e as Filipinas. Nas Américas, alcançou ainda o México, sendo o Paraguai aparentemente o último país a cultivá-lo na América do Sul.

O café trouxe também muitas divisas para o Brasil e tornou o país conhecido internacionalmente. Atualmente, é cultivado em várias regiões brasileiras (sul de Minas Gerais, oeste de São Paulo, Espírito Santo, Paraná e Rondônia). Em todas as suas etapas (produção, industrialização e comércio interno e externo) gera grandes receitas e milhões de empregos, direta e indiretamente. Para se ter uma idéia, trabalham apenas no agronegócio café do estado de São Paulo aproximadamente 500 mil pessoas. No Brasil inteiro, a cafeicultura gera cerca de 4 milhões de empregos e uma receita anual de R$ 4 bilhões.

O café continua hoje, a ser um dos produtos mais importantes para o Brasil e é, sem dúvida, o mais brasileiro de todos.

Originalmente publicado em http://www.cafefacil.com.br/blog/category/o-cafe/


Conceição

quinta-feira, janeiro 05, 2012

Como o tempo mudou o rumo da História


Crédito da imagem: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1202208-5602,00.html


Derrotados pela chuva


Um evento decisivo na História mundial seriamente afetado pelo tempo foi a Batalha de Waterloo, em 1815. A História relata que, em poucas horas, mais de 70 mil homens foram mortos ou feridos no campo de batalha de Waterloo, uns 20 quilometros ao sul de Bruxelas, Bélgica. O duque britânico de Wellington escolheu o campo de batalha e ocupou a parte elevada. Apesar de o exército francês de Napoleão ser mais numeroso que o de Wellington, Napoleão precisava derrotar o inimigo antes do anoitecer, porque Wellington receberia reforços do exército prussiano naquela noite. Novamente, porém, o tempo interferiu de maneira decisiva.
Uma chuva torrencial caiu na noite anterior a batalha. A maioria dos soldados se lembrava daquela noite como  a pior de suas vidas. Embora alguns tenham conseguido montar pequenas barracas, um soldado lamentou que as camas estavam tão molhadas que pareciam estar no fundo de um lago. O solo, saturado pelas chuvas, parecia um pântano. Para garantir uma derrota rápida sobre Wellington, Napoleão pretendia iniciar seu ataque assim que começasse a clarear. Mas só conseguiu fazer isso horas depois.
O principal motivo do atraso foram as condições do solo, que precisava secar um pouco antes de a batalha começar. Além disso, a lama atrapalhou por dois motivos o desempenho dos canhões - armamento muito usado por Napoleão. Primeiro, porque a dificuldade de manobrar essas armas pesadas na lama reduziu o alcance dos disparos. Segundo, porque a idéia era que as bolas dos canhões ricocheteassem no chão, causando assim mais danos às tropas de Wellington. Mas não foi isso que aconteceu, pois o solo lamacento absorvia boa parte do imapcto. O resultado foi desastroso para Napoleão e suas tropas. Assim, por causa das péssimas condições climáticas, o exército de Napoleão foi derrotado, e ele exilado.
Nesse caso, fica evidente que o tempo teve um impacto decisivo sobre esse evento que abalou o mundo. E esse resultado, por sua vez, desempenhou um papel vital no surgimento do Império Britânico.


Leia o texto completo à página 24 de  http://www.youblisher.com/p/138284-Despertai-junho-de-2011/

Conceição
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