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terça-feira, julho 24, 2012

VEJA - Acervo Digital


Crédito da imagem: http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/280508/capa.html

Coleção completa de todas as edições da revista Veja desde 1.968, na íntegra. Vale a pena conferir!


Conceição

sexta-feira, abril 13, 2012

Dia do Índio


Crédito da imagem: http://joaomalavolta.blogspot.com.br/2011/04/os-verdadeiros-caras-pintadas.html

Em 1855, o cacique Seattle, da tribo Suquamish, do Estado de Washington, enviou uma carta ao presidente dos Estados Unidos (Francis Pierce), depois de o Governo haver dado a entender que pretendia comprar o território ocupado por aqueles índios. Faz mais de um século e meio. Mas o desabafo do cacique tem uma incrível atualidade, pois Erasmo Carlos gravou uma música relacionada ao tema da carta.

A Carta do Índio  -   Erasmo Carlos

O grande chefe branco
Quer comprar as nossas terras
Quer nossa amizade
Mas não precisa dela
Tão certo como as estações do ano
Trarão armas na certa
Pela paz dos nossos filhos
Vamos pensar na oferta
Ninguém compra ou vende o céu

Nem o calor da terra
Como podem comprá-los de nós?
A ganância do homem branco
Empobrecerá a terra
Deixando desertos e sóis
Jamais se encontra a paz
Na cidade do homem branco

Não se ouve a primavera
Nem o crescer do campo
Porém, se aceitarmos a oferta,
Imporemos condições
Daremos nossas mãos
Homens, animais e árvores
Vivendo como irmãos
Mais depressa que outras raças
O branco vai fazer
A sua desaparecer
Restará o fim da vida,

Mulheres tagarelas,
E a luta pra sobreviver
[Como um recém-nascido
Ama o bater do coração de sua mãe
Se vendermos nossas terras
Ama-a, como nós a amávamos
Protege-a, como nós a protegíamos
Ferir a terra é demonstrar
Desprezo pelo criador

Com força, poder e coração
Conserva-a para teus filhos
Nosso Deus é o mesmo Deus
Esta terra é querida por ele

Nem mesmo o homem branco
Pode mudar o nosso destino comum
Cacique Seattle,
Tribo Duwamish,
Washington, 1855,
Estados Unidos da América do Norte]

Existem várias possibilidades de trabalhos pedagógicos com a imagem que abre este post e a letra da música.  Aqui vão algumas sugestões:

- Fazer uma interpretação da letra da música A carta do índio;
- Fazer uma cruzadinha  com nomes de aldeias;
- Fazer uma exposição sobre a temática indígena;
- Fazer uma pesquisa sobre o significado dos nomes indígenas;
- Pesquisar sobre a reserva Raposa Serra  do Sol;
- Fazer uma redação sobre a cultura indígena;
- Pesquisar sobre as comunidades indígenas da APA Capivari-Monos, em São Paulo.


Conceição

Birdwatchers

Ambientado no Mato Grosso do Sul, o filme foca um grupo de índios guarani-kaiowá que não têm outra perspectiva na vida senão trabalhar para fazendeiros, em condições de escravidão, e ganhar alguns trocados posando para fotos com turistas.

Impelidos pela fome e os suicídios que se repetem em sua comunidade, os índios decidem deixar sua reserva e acampar diante de uma fazenda para reivindicar a devolução de suas terras ancestrais.

Veja o trailer abaixo:

             

Conceição

domingo, março 04, 2012

Filmoteca


Crédito da imagem: http://fetichedecinefilo.blogspot.com/2010/01/filmeteca-particular.html


Recebi por e-mail esta dica imperdível: filmes de várias categorias, prontinhos para serem assistidos, sem fazer download. Muitos deles são excelentes para as aulas de geografia. Espero que curtam!!

http://www.saudadeeadeus.com.br/filmes.htm



Conceição

terça-feira, fevereiro 21, 2012

Uma festa em vários endereços


Crédito da imagem: http://www.ead.pt/blog/?p=16


A mais importante festa popular do calendário brasileiro na verdade tem DNA importado, de Portugal. O Carnaval foi trazido às terras tupiniquins pelos portugueses e tinha o nome de Entrudo, uma celebração popular colonial, na qual eram comunus as brincadeiras com água, limões de cheiro, farinha, lama e até lixo - elementos mais tarde substituídos por confete e serpentina.
Porém, ao desembarcar no nosso país, a festa adquiriu características próprias, como lembra o escritor Ricardo Azevedo, um ávido pesquisador da cultura do povo. "Ao Carnaval foram incorporados certos costumes de culturas africanas e tudo isso acabou resultando nos ranchos (embriões dos blocos carnavalescos) que desfilavam nas cidades do fim do século 19, principalmente nas ruas do Rio de Janeiro."
Essa mistura recebeu também o reforço das festas e procissões do Dia de Reis (dedicadas aos três Reis Magos e sua visita ao Deus Menino), o que deu origem a um carnaval de muitas formas e exclusivamente brasileiro. Na verdade, é mais justo falarmos em carnavais. "O carnaval carioca é diferente do pernambucano que é diferente do maranhense ou do baiano; o que caracteriza as manifestações da culura popular é sempre sua extraordinária diversidade", reforça Azevedo.
Tantas fusões culturais fizeram com que hoje tenhamos registros diversos de folia, como escolas de samba, blocos de rua, bailes de máscaras, marchinhas, cordões, trio-elétrico e frevo. Algumas dessas manifestações são características de alguns locais, como a tradição carioca no desfile de escolas de samba, as frenéticas sombrinhas do frevo de Olinda e o contagiante axé do Carnaval de Salvador e de outras cidades baianas.
No Nordeste, a celebração ficou marcada pela riqueza das manifestações populares, influenciadas pela zona rural, comenta Olga Rodrigues de Moraes Von Simon, doutora em Antropologia Social. "Foi uma identidade formada pelas plantações da cana", explica. Dentre as expressões mais ricas da folia nordestina está o Carnaval baiano, que influenciou outra famosa festa - o Carnaval do Rio de Janeiro. Segundo Olga, os baianos que migraram para o Rio de Janeiro levaram para lá a cultura dos ranchos. "Isso inspirou o povo da Baixada Fluminense a criar as escolas de samba", conta. Assim nasceu o carnaval-espetáculo, que avançou para o Centro-Sul do país por meio do Vale do Paraíba, acompanhando o enriquecimento das cidades.

Fonte: Revista Giro em Casa - Pirelli - Jan/Fev 2012

Conceição

sexta-feira, janeiro 13, 2012

O relógio mais famoso do mundo


Crédito da imagem: http://travellhappyland.blogspot.com/2011/10/clock-is-prominent-near-houses-of.html

Localizado no Palácio de Westminster, na Inglaterra, numa torre com nove metros de diâmetro, 70 de altura e pesando cerca de 13 tonelads, o Grande Relógio de Westminster, mais conhecido como Big Ben, é um dos relógios mais famosos e charmosos do mundo. Foi construído em 1858, juntamente com a Torre do Palácio que preserva em seu formato um tradicional sino, com três metros de diâmetro e 13,5 toneladas, responsável por informar a população ao término de cada hora com toque capaz de acordar a cidade inteira.
Apesar de soar estranho à população no início, o Big Ben tornou-se símbolo mundial devido ao fato de sua imagem reforçar a simbologia sobre a preocupação exacerbada dos ingleses no cumprimento de horários e compromissos. A expressão "pontualidade britânica" foi consolidada pelo surgimento do relógio, fazendo com que os ingleses passassem a utilizá-lo como instrumento diário e importante não só para a visualização das horas, mas no compromisso em não chegar atrasado.
Com isso, o Big Ben tornou-se o principal ponto turístico da Inglaterra e é considerado um dos primeiros locais que abrigam marcadores de horas, localizados nas metrópoles, e acoplado a torres de prédios. Sua idealização aconteceu em 1844 quando o Parlamento Inglês decidiu que os prédios do Governo Britânico incorporariam, em suas torres, relógios em formato de ferro fundido para identificação das horas. O que era para ser um simples relógio, tornou-se um dos maiores sinos instalados em prédios da Inglaterra e símbolo do patrimônio inglês.

Fonte: jornal esser www.esser.com.br

Conceição

segunda-feira, setembro 26, 2011

O cortiço - resumo

 
Posted by Picasa

Excelente livro para trabalhar conceitos geográficos ou históricos. Vide abaixo, o destaque em negrito. E assistam ao espetáculo, conforme panfleto acima.


O Cortiço - resumo e análise da obra de Aluísio de Azevedo
Tendo como cenário uma habitação coletiva, o romance difunde as teses naturalistas, que explicam o comportamento dos personagens com base na influência do meio, da raça e do momento histórico

Ao ser lançado, em 1890, O Cortiço teve boa recepção da crítica, chegando a obscurecer escritores do nível de Machado de Assis. Isso se deve ao fato de Aluísio de Azevedo estar mais em sintonia com a doutrina naturalista, que gozava de grande prestígio na Europa. O livro é composto de 23 capítulos, que relatam a vida em uma habitação coletiva de pessoas pobres (cortiço) na cidade do Rio de Janeiro.
O romance tornou-se peça-chave para o melhor entendimento do Brasil do século XIX. Evidentemente, como obra literária, ele não pode ser entendido como um documento histórico da época. Mas não há como ignorar que a ideologia e as relações sociais representadas de modo fictício em O Cortiço estavam muito presentes no país.

RIGOR CIENTÍFICO
Essa criação de Aluísio de Azevedo tem como influência maior o romance L’Assommoir, do escritor francês Émile Zola, que prescreve um rigor científico na representação da realidade. A intenção do método naturalista era fazer uma crítica contundente e coerente de uma realidade corrompida. Zola e, neste caso, Aluísio combatem, como princípio teórico, a degradação causada pela mistura de raças.
Por isso, os dois romances naturalistas são constituídos de espaços nos quais convivem desvalidos de várias etnias. Esses espaços se tornam personagens do romance.

É o caso do cortiço, que se projeta na obra mais do que os próprios personagens que ali vivem. Um exemplo pode ser visto no seguinte trecho:

“E durante dois anos o cortiço prosperou de dia para dia, ganhando forças, socando-se de gente. E ao lado o Miranda assustava-se, inquieto com aquela exuberância brutal de vida, aterrado defronte daquela floresta implacável que lhe crescia junto da casa, por debaixo das janelas, e cujas raízes, piores e mais grossas do que serpentes, minavam por toda a parte, ameaçando rebentar o chão em torno dela, rachando o solo e abalando tudo.”

terça-feira, setembro 20, 2011

COLEÇÃO APLAUSO

 
Posted by Picasa

Preservar a memória da cultura nacional e democratizar o acesso ao conhecimento são os princípios da Coleção Aplauso, lançada pela Imprensa Oficial. Neste site você encontra biografias de artistas, cineastas e dramaturgos além de roteiros de cinema, peças de teatro e a história de diversas emissoras de TV. Todo esse acervo digital pode ser acessado gratuitamente.
Em um clique, você viaja pela história do cinema, da televisão e do teatro brasileiro na companhia de seus principais protagonistas. Uma ação para estudantes, pesquisadores e interessados na história da nossa cultura.

http://aplauso.imprensaoficial.com.br/

Conceição
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